Minha formação como psicanalista nasceu do desejo de compreender cada vez mais profundamente o funcionamento da mente humana bem como do comportamento humano, isso me levou a fazer algo que hoje em dia está cada vez mais escasso na sociedade que é: escutar verdadeiramente o outro.
Para mim, escutar não significa apenas ouvir o que alguém diz.
É estar disponível para acolher uma história sem julgamentos, respeitando o tempo, os limites e a singularidade de cada pessoa.
Acredito que cada sujeito para além de único, possui uma história única e que, muitas vezes, aquilo que nos faz sofrer não está apenas no que acontece conosco, mas também na maneira como nos relacionamos com nossa própria história.
Meu trabalho como psicanalista não é te oferecer respostas prontas ou te dizer o que deve ser feito, meu compromisso é oferecer um espaço seguro de escuta, onde você possa falar sobre aquilo que talvez nunca tenha conseguido dizer, olhar para si com mais profundidade e, pouco a pouco, construir uma compreensão mais consciente sobre sua própria trajetória.
Cada pessoa que chega até mim é recebida em sua singularidade, com sua própria história, seus próprios conflitos e seu próprio tempo.
É isso que encontro na psicanálise: a possibilidade de olhar cada pessoa para além dos seus sintomas, comportamentos e dos papéis que ocupa na vida.
Seja qual for o motivo que trouxe você até aqui, acredito que existe valor em poder falar e ser verdadeiramente escutado.
E é nesse lugar de escuta, acolhimento e respeito pela singularidade de cada história que escolhi exercer meu trabalho.
“Meu trabalho não é dizer quem você deve ser. É oferecer um espaço onde você possa começar a descobrir, compreender e escutar quem você é.”